Viveríamos sem o Sol durante quanto tempo?

Ao contrário do que se imagina, o trágico fim da nossa civilização não aconteceria em uma onda de explosão, e tampouco seríamos engolidos pela radiação. Morreríamos vaporizados em pouco tempo por causa de uma partícula subatômica chamada “neutrino”.

O Sol virará uma “bola de cristal” daqui a mais de 10 bilhões de anos. Nesse momento, serão liberados quadrilhões de neutrinos, que ferverão de dentro para fora qualquer criatura viva, de um organismo unicelular a um ser humano. A luz resultante da explosão só chegará à Terra horas depois. Ou seja, não veremos o espetáculo antes do nosso trágico fim.

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O neutrino é uma partícula subatômica sem carga elétrica que quase não interage com outras partículas . É extremamente leve e interage com a matéria por meio da gravidade e da força nuclear.  Essas partículas “voam” à velocidade da luz por todas as direções a partir do momento de sua criação massiva com a explosão do Sol. Não há nenhum tipo de proteção contra essa quantidade de neutrinos, ou seja, não adiante querer abrir o guarda-chuva.

Assista ao vídeo:

  • https://youtu.be/aysiMbgml5g

A especulação sobre o fim do Sol voltou à tona novamente, porque Betelgeuze, uma das estrelas visíveis a olho nu, tem mostrado sinais de escurecimento. Seu brilho vem diminuindo e, por isso, muitos começam a suspeitar que essa supergigante vermelha estaria prestes a se tornar uma supernova.

Imagem de uma supernova. Vemos os anéis externos causados por ejeções anteriores, muito antes da explosão final (Imagem: ESO/L. CALÇADA)

 

Supernovas são os eventos explosivos mais brutos do universo. Uma explosão estelar do tipo libera, em apenas alguns segundos, a mesma quantidade de energia que o Sol emitirá durante toda a sua vida útil de 10 a 12 bilhões de anos. O Sol não tem força suficiente para virar uma supernova, mas gerou debate de como seria o nosso fim, caso o “astro rei” virasse uma simples “bola de cristal”.

Anéis em torno da Supernova 1987A, com a ejeção da explosão da Supernova no centro do anel inteiro (Imagem: Dr. Christopher Burrows/ESA/STScI/NASA/Hubble Heritage team)

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Fonte: MSN

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