Incrível história de família atacada por baleias em alto-mar: ‘Foram semanas comendo peixe em um bote’

Conheça os Robertson’s, uma família que estava a bordo de uma embarcação a 320 quilômetros [a oeste] de Galápagos. Entretanto, como o mar é imprevisível, você nunca está 100% seguro, e com isso dito, a família foi atacada por uma ‘horda de baleias assassinas’.

Os planos da família foram interrompidos logo no segundo dia de viagem dos quarenta que ainda faltavam até chegar nas Ilhas Marquesas, na Polinésia Francesa.

As ondas do dia estavam muito altas, chegando na altura da cabeça, o que, para um embarcação do tamanho da deles, era algo muito arriscado. Como se não bastassem as ondas para preocupá-los, um grande relevo no mar estava se movendo em direção à embarcação.

Logo depois deles terem avistado a baleia em sua direção, eles receberam o primeiro de três grandes impactos e, para você ter uma noção do quão forte foram, a escuna de madeira [barco em que estavam] de 13 metros foi levantada no ar.

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“Pensei que tínhamos encalhado”, disse Douglas, atualmente com mais de 65 anos. “Devíamos ter batido no fundo de alguma forma, mesmo estando em alto mar, porque não conseguia pensar em outra explicação para o que aconteceu. Depois disso, olhei pelas escotilhas e pensei ‘Papai, você está bem?’. Nessa hora, ele já estava com água nos tornozelos.”

O pai de Douglas, Dougal, era um marinheiro experiente, então pediu que toda sua família abandonasse a embarcação. Douglas, sua mãe, seu pai, dois irmãos gêmeos, sua irmã e William precisaram se espremer dentro de um com capacidade de apenas seis pessoas.

Haviam 7 pessoas na pequena embarcação. Porém, em alto mar, haviam três baleias. Não era uma luta muito justa, já que elas estavam em seu habitat natural.

Como eles sobreviveram ao ataque?

Ao entrar no bote salva-vidas, a família conseguiu despistar a atenção das baleias, que ficaram perto da escuna. Eles então seguiram para o norte, onde encontrariam águas mais calmas. Entretanto, para sobreviver, eles precisaram sugar o líquido espinhal do esqueleto dos peixes e comer seus olhos, durante semanas!

“Na terceira semana, nossas roupas tinham apodrecido completamente”, disse Douglas. “Então estávamos meio nus, como homens das cavernas. Além disso, estávamos pegando animais com as mãos e usando a criatividade”, completou.

Foi mais ou menos no 21º dia que eles foram resgatados por um grupo de pesquisadores, ao avistarem a Estrela do Norte.

Em toda sua aventura, estima-se que eles percorreram cerca de 676 km.

“Descemos no mercado e havia tartarugas sendo cortadas no açougue. Vimos os bifes de tartaruga com um olhar diferente de antes”, disse Douglas.

Ataques de “baleias assassinas” são extremamente raros e esses animais não costumam causar mal aos seres humanos, geralmente há algum motivo por trás de um ataque.

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